ࡱ> srC( / 0LDTimes New Romantt- 0@ . @n?" dd@  @@`` p-q!       !"#&'() 0AA0 3@ʚ;ʚ;g4LdLd: 0ppp@ <4!d!d@w 0t-<4dddd@w 0t- <4BdBd@x 0tJ0___PPT10 pp ___PPT9 ? % =jMODELO DE OCUPAO HUMANA  TERAPIA CENTRADA NO IDOSO663" Paula Portugal 15 de Maio de 2004$#   Algumas pessoas medida que vo envelhecendo, no perdem a beleza; apenas a transferem para o corao. Martin BuxbaunDZyZj,nModelo de Ocupao Humana3Designa a Ocupao como sendo uma parte intrnseca e exclusiva da condio humana. Permite ao Terapeuta Ocupacional obter uma checklist das influncias que operam no idoso, preocupando-se com o comportamento ocupacional. Como um guia para a avaliao, permite, de forma mais precisa, determinar as reas mais deficitrias, clarificar a seleco do tratamento, a base terica e as tcnicas de tratamento a utilizar.ZModelo de Ocupao Humana3XA sua viso holstica importante na interveno com os idosos, pois pode existir um elevado nmero de acontecimentos fsicos, emocionais, sociais e ambientais, a acontecer ao mesmo tempo. Este modelo, conceptualiza o homem como sendo constitudo por trs subsistemas que se inter-relacionam: Volio, Habituao e Capacidade de desempenho.vYP' Volio3O homem tem uma predisposio para a aco, o que fornece as fundaes para a motivao de se ocupar. Todos os indivduos so impelidos para a aco, mas cada um escolher as aces que valoriza, em que se sente competente e em que encontra satisfao. Pode-se conceptualizar a volio como sendo constituda pela causalidade pessoal (competncia e eficcia), valores (significativo) e interesses (satisfatrio).vP: %!Volio3sO processo volitivo progressivo, ou seja, os sentimentos e opinies volitivos decorrem ao longo do tempo. tambm constante, dando-se medida que cada pessoa experiencia, interpreta, antecipa e escolhe a ocupao. igualmente um processo oculto, o qual se modifica com a idade, novos contextos e oportunidades, levando emergncia de novos interesses e capacidades.tZtVolio3yCausalidade Pessoal: . est relacionada com a auto-estima; . a populao idosa, devido s perdas que vai vivenciando e aos esteretipos que esto subjacentes sua condio, podero apresentar alterao ao nvel da auto-estima, embora esta s seja negativamente afectada aps perdas traumticas repentinas (neste caso, a reaco a mesma que em qualquer outro grupo etrio);4egVolio3" . as pessoas idosas so propensas a subestimar ou sobrestimar as suas competncias; . esta tendncia tem sido interpretada como um mecanismo protector: - a sobrestima das capacidades mantm a auto-estima e a - a subestima protege o idoso da perda da auto-estima, em caso de falhano #Z# Volio37Valores: . so um cdigo pessoal de tica, o que a pessoa considera certo e importante. . a auto-estima afectada se a pessoa no viver de acordo com os seus valores. . a perda do trabalho ou da capacidade para trabalhar sentida como ameaa, assim como uma reforma no planeada, para a maioria dos idosos.4 /1 Volio3  . orientao temporal: - a viso estereotipada das pessoas idosas, revela uma pessoa velha e preocupada com o passado, contudo isto no acontece nas pessoas idosas saudveis, em que a reminiscncia espontnea, no mais comum do que em qualquer outro grupo etrio.4  Volio31 . significao: o significado dos valores pessoais deriva das ocupaes, que vo de encontro s necessidades bsicas e que do prazer intrnseco a independncia, a aceitao social, os recursos adequados, a capacidade para interagir e ter objectivos significativos, so valores que os idosos tm em contax.-S-1-o- # Volio3 . objectivos: podem realar o significado importante para o idoso manter as obrigaes, atravs do planeamento de acontecimentos futuros e da concretizao de objectivos o idoso passa menos tempo a planear e os objectivos so traados mais a curto do que a longo prazoL-R-)-:-   Volio3t . padres pessoais: o ajuste com o sucesso, na terceira idade, depende frequentemente da capacidade do idoso para manter padres pessoais que sejam compatveis com as normas sociais, ou para modificar padres quando mudam as circunstncias na terapia, o valor que o idoso d aos padres associados com as tarefas ocupacionais, vai influenciar os resultados do tratamento.Z+-Z-Z'-Z]-Z^  Volio3Interesses: . Esta seco final da volio, analisa os interesses de acordo com: - discriminao (capacidade para identificar as caractersticas de uma ocupao, que lhe do interesse) - modelo (perfil de interesse mostrando a variao ou concentrao de interesses) - potncia ou fora de interesses que podem ser revelados na persistncia de certos interesses, sobre o tempo< ZtZ v Volio3 . importante identificar o que o idoso gostaria de fazer e quais as barreiras que o impedem de perseguir esses interesses . na terceira idade, interesses relacionados com o lazer, tornam-se aspectos cuja concretizao necessria, sendo a sua ocorrncia positivamente correlacionada com a satisfao da vida . existe uma grande variedade de categorias, pelas quais o idoso mostra interesse, com uma clara preferncia por aquelas que tm uma componente social 8ZZZ  Habituao 3Muito do que se faz uma repetio do que j se fez, conduzindo a um padro de comportamento. O ambiente tem uma certa estabilidade  leva aco consistente e padronizada, funo representada pelos hbitos e papeis. V  Habituao 34hbitos: preservam formas de agir que foram interiorizadas atravs de um desempenho repetido e requerem: . repetio suficiente para estabelecer um padro . circunstncias ambientais consistentes papeis: formas de comportamento que foram aprendidos em associao a um estatuto pblico ou identidade privada,-=-]*-E-i Habituao 3A velhice caracterizada pelas perdas de papeis. Desde que os papeis forneam amor, identidade e auto-estima, importante que os que forem perdidos, sejam substitudos por outros igualmente satisfatrios. Como resultado das perdas e mudanas no trabalho e papeis familiares, os papeis sociais e relacionados com o lazer, tornam-se fontes importantes de companhia e ocupao com significado. (- Habituao 3A satisfao com um papel a chave para uma adaptao saudvel, mais do que o nmero de papeis. Contudo, deve ser mantido um nmero suficiente de papeis, que assegurem um balano, de forma a que a perda de um desses papeis no a faa ficar isolada. Os hbitos ou rotinas desenvolvidos ao longo de uma vida podem ser altamente significativos na estruturao do tempo, compensando a perda de algumas capacidades e dando sentido vida. -P Habituao 3- O idoso resiste mudana das suas rotinas, uma vez que estas lhes trazem segurana e conforto, contudo, por vezes, modifica-as, espontaneamente, como resposta s mudanas biolgicas e s expectativas sociais.Capacidade de desempenho(3yAptido para a aco, constituda pelos componentes fsicos e mentais e a correspondente experincia subjectiva. No Modelo de Ocupao Humana d-se particular nfase experincia subjectiva, influenciada pelos componentes fsicos e mentais e estabelecendo com eles uma relao de reciprocidade. So as capacidades que tornam o desempenho do comportamento ocupacional possvel.zzCapacidade de desempenho3iO Corpo vivido: . componente subjectiva da capacidade de desempenho. . o corpo experienciado medida que interage com o meio . a experincia subjectiva do desempenho fundamental forma como se actua . o Modelo de Ocupao Humana, utiliza o conceito de corpo vivido para se referir experincia de ser e conhecer o mundo atravs de um corpo particular8ZZZ\Capacidade de desempenho3O Papel do meio: . cada idoso existe e opera em vrios contextos . resulta da interaco entre as caractersticas do meio e do idoso . condiciona o que o idoso faz e como faz . ao tentar compreender a ocupao humana, tem que se compreender o ambiente no qual ela tem lugar >Capacidade de desempenho3o . como a mobilidade e a energia do idoso tendem a diminuir, o meio tem tendncia tambm a ficar mais restrito . outro dos aspectos que leva diminuio da interaco com o meio a perda de contactos sociais, devido a incapacidades que se instalam . vital assegurar que o meio do idoso, apesar de restrito fisicamente, contenha factores e estmulos de qualidadeppCapacidade de desempenho3O Fazer: . participao ocupacional: envolvimento do idoso nas actividades do seu contexto sociocultural . desempenho ocupacional: realizao de uma tarefa, de acordo com uma determinada forma ocupacional . competncia ocupacional: aces realizadas com um determinado objectivo D \ A terapia centrada no idoso(3TVer o idoso como um ser nico, cujas caractersticas determinam a abordagem a aplicar. Ter em conta o que o idoso faz, pensa e sente e usa esses valores como o mecanismo central para a mudana. Contudo, igualmente importante valorizar o conhecimento terico do terapeuta, que ir influenciar na tomada de decises, juntamente com o idoso.UUA terapia centrada no idoso3Perspectiva que o terapeuta se situe entre a teoria que conhece e as circunstncias apresentadas pelo idoso, tentando decidir juntamente com ele aquilo que terapeuticamente mais eficaz. O envolvimento do idoso em todo este processo fundamental.-K!A terapia centrada no idoso3)A forma como vai actuar, vai determinar as alteraes que ele prprio sofrer. A sua volio, habituao e capacidade de desempenho so modeladas, para serem reutilizadas no desempenho ocupacional. O envolvimento que colocar nas tarefas, implica as escolhas, a motivao e o significado da tarefa.*-Z*"A terapia centrada no idoso3SA mudana envolve uma reorganizao complexa, em que alteraes mltiplas e simultneas reagem umas com as outras. A volio, a habituao, a capacidade de desempenho e as condies ambientais interagem e influenciam-se mutuamente. Qualquer mudana que tenha sido promovida pelo tratamento interfere com a totalidade dos aspectos do idoso.T-T&" " Pensei entrar na velhice por inteiro como um barco ou um cavalo mas me surpreendo jovem, velha e madura ao mesmo tempo (Colasanti, 1994:106)&y}  '#  Obrigada pela vossa ateno,P   0` ` ̙33` 333MMM` ff3333f` f` f` 3>?" dd@,|?" dd@   " @ ` n?" dd@   @@``PR    @ ` ` p>> ld(    6x P  o;Faa clique para editar o estilo do ttulo do modelo global< <7  0{   sFaa clique para editar os estilos de texto do modelo global Segundo nvel Terceiro nvel Quarto nvel Quinto nvel=   t  0 ``  X*  0D `   Z*  0 `   Z*T  <v޽h @ ? ̙33y___PPT10Y+D=' { = @B + DModelo de apresentao predefinido t(  t t 0%{  P   {  X*  t 0+{     {  Z*  t 60{  _P  {  X*  t 65{  _  {  Z* H t 0޽h ? 3380___PPT10.^g 0 0$(  r  S y p   r  S   `     B  s *޽h ? ̙33y___PPT10Y+D=' { = @B +m  0 @$(  r  S <,P  , r  S TO, , H  0޽h ? ̙33y___PPT10Y+D=' { = @B +m  0 P$(  r  S =,P  , r  S $>, , H  0޽h ? ̙33y___PPT10Y+D=' { = @B +m  0 ` $(   r  S  k,P  , r  S k, , H  0޽h ? ̙33y___PPT10Y+D=' { = @B +m  0 p($(  (r ( S |,P  , r ( S G, , H ( 0޽h ? ̙33y___PPT10Y+D=' { = @B +}  0 `$(  r  S H,P  , r  S  , , H  0޽h ? ̙33___PPT10i.9+D=' { = @B +}  0 $(  r  S ̛,P  , r  S , , H  0޽h ? ̙33___PPT10i.P+D=' { = @B +}  0 $(  r  S ,P  , r  S , , H  0޽h ? ̙33___PPT10i.wP+D=' { = @B +}  0 $(  r  S й,P  , r  S , , H  0޽h ? ̙33___PPT10i.wP~3+D=' { = @B +m  0 ,$(  ,r , S x,P  , r , S P, , H , 0޽h ? ̙33y___PPT10Y+D=' { = @B +m  0 0$(  0r 0 S  P   r 0 S 0    H 0 0޽h ? ̙33y___PPT10Y+D=' { = @B +m  0 4$(  4r 4 S l P   r 4 S     H < 0޽h ? ̙33y___PPT10Y+D=' { = @B +m  0 @$(  @r @ S @L P   r @ S M    H @ 0޽h ? ̙33y___PPT10Y+D=' { = @B +m  0  D$(  Dr D S [ P   r D S l\    H D 0޽h ? ̙33y___PPT10Y+D=' { = @B +}  0 H$(  Hr H S f P   r H S Lg    H H 0޽h ? ̙33___PPT10i.[+D=' { = @B +}  0 L$(  Lr L S t P   r L S u /O   H L 0޽h ? ̙33___PPT10i.\e+D=' { = @B +}  0 P$(  Pr P S <{ P   r P S |    H P 0޽h ? ̙33___PPT10i.]$T'+D=' { = @B +}  0 T$(  Tr T S  P   r T S 莁    H T 0޽h ? ̙33___PPT10i.]R"+D=' { = @B +}  0  X$(  Xr X S  P   r X S h    H X 0޽h ? ̙33___PPT10i.^P+D=' { = @B +}  0 0\$(  \r \ S  P   r \ S x    H \ 0޽h ? ̙33___PPT10i.^2#+D=' { = @B +}  0 @`$(  `r ` S  P   r ` S ̶    H ` 0޽h ? ̙33___PPT10i.^ &c+D=' { = @B +}  0 Pd$(  dr d S hā P   r d S @Ł    H d 0޽h ? ̙33___PPT10i.^Co+D=' { = @B +}  0 `h$(  hr h S lҁ P   r h S DӁ    H h 0޽h ? ̙33___PPT10i.^0%'y+D=' { = @B +}  0 pl$(  lr l S  P   r l S     H l 0޽h ? ̙33___PPT10i.^+D=' { = @B +}  0 p$(  pr p S 3 P   r p S d 2   H p 0޽h ? ̙33___PPT10i.^0+D=' { = @B +}  0  $(  r  S 8 P   r  S     H  0޽h ? ̙33___PPT10i.50L+D=' { = @B +}  0 0$(  r  S < { P  {  r  S  {  {  H  0޽h ? ̙33___PPT10i.6@Z$/+D=' { = @B +}  0 p$(  r  S { P  {  r  S x{  {  H  0޽h ? ̙33___PPT10i.9h+D=' { = @B +}  0 $(  r  S { P  {  r  S   {  H  0޽h ? ̙33___PPT10i.9,+D=' { = @B +rPC3RTWPY\hjtmo^rtHwyB|~LуVMۈ`j`@cft%0v^~'Oh+'00! `h  $TERAPIA OCUPACIONAL EM GERONTOLOGIA.Ricardo Soares14Microsoft PowerPoint@t+;@@ ]<G g  !  y-G--$--H--$--I--$--J--$ --K--$ --L--$  --M--$--N--$--O--$--P--$--Q--$--R--$--S--$--T--$--U--$--V--$--W--$--X--$--Y--$--Z--$ --[--$ !! --\--$!""!!--]--$"##""--^--$#$$##--_--$$%%$$--a--$%&&%%--b--$&''&&--c--$'((''--d--$())((--e--$)**))--f--$*++**--g--$+,,++--h--$,--,,--i--$-..----j--$.//..--k--$/00//--l--$01100--m--$12211--n--$23322--o--$34433--q--$45544--r--$56655--t--$67766--u--$78877--v--$89988--w--$9::99--x--$:;;::--y--$;<<;;--z--$<==<<--{--$=>>==--|--$>@@>>--}--$@AA@@--~--$ABBAA----$BCCBB----$CDDCC----$DFFDD----$FGGFF----$GHHGG----$HIIHH----$IJJII----$JKKJJ----$KMMKK----$MNNMM----$NOONN----$OQQOO----$QRRQQ----$RSSRR----$SUUSS----$UWWUU----$WYYWW----$YZZYY----$Z^^ZZ----$^``^^----$`bb``----$bffbb----$fiiff----$immii----$muumm----$uxxuu---'@Times New Roman-. 32 *MODELO DE OCUPA ."SystemPN-@Times New Roman-. 3 2 *t.-@Times New Roman-. 3 2 *{O .-@Times New Roman-. 32 6!HUMANA  .-@Times New Roman-. 3 2 6P.-@Times New Roman-. 32 6WTERAPIA .-@Times New Roman-. 3!2 BCENTRADA NO IDOSO.-@Times New Roman-. 2 V;Paula Portugal.-@Times New Roman-.  2 [C15.-@Times New Roman-. 2 [Gde Maio de 2004.-՜.+,0d     Apresentao no ecr.PG !Times New Roman#Modelo de apresentao predefinido6MODELO DE OCUPAO HUMANA TERAPIA CENTRADA NO IDOSODiapositivo 2Modelo de Ocupao HumanaModelo de Ocupao HumanaVolioVolioVolioVolioVolioVolioVolioVolioVolioVolioVolio Habituao Habituao Habituao Habituao HabituaoCapacidade de desempenhoCapacidade de desempenhoCapacidade de desempenhoCapacidade de desempenhoCapacidade de desempenhoA terapia centrada no idosoA terapia centrada no idosoA terapia centrada no idosoA terapia centrada no idosoDiapositivo 30Diapositivo 31 Tipos de letra usadosModelo de apresentaoTtulos dos diapositivos&_,Ricardo SoaresRicardo Soares  !"#$%&'()*+,-./0123456789:;<=>?@ABCDEFGHIJKLMNOPRSTUVWXYZ[\]^_`acdefghiklmnopqtRoot EntrydO)Current UserjSummaryInformation(Q`!PowerPoint Document(PDocumentSummaryInformation8b