Epilepsia - O trabalho

adolescência

 

 

 

 

Adolescência

Principalmente na adolescência, as crises costumam ser frequentemente desencadeadas pelo uso de drogas, abuso de álcool (pois o álcool interfere no mecanismo dos medicamentos anti-epilépticos), assim como festas prolongadas pela noite dentro que levam à privação do sono.

Os próprios problemas de uma fase conflituosa como a adolescência, caracterizada por mudanças hormonais e físicas, podem, eventualmente, estar associados à epilepsia. Ao mesmo tempo em que o adolescente procura a independência, os pais o protegem excessivamente o miúdo porque ele pode ter crises.

É muito importante que o adolescente com epilepsia seja bem orientado quanto ao que pode ou não fazer e que tenha uma boa relação com o seu médico, para que lhe conte os seus problemas mais facilmente, e de forma mais clara, e se sinta entendido e ajudado. É necessário o esforço do profissional que está a tratar o adolescente, no sentido de o orientar e de desenvolver a confiança para que siga as instruções médicas.

  • deve ser estimulado e motivado para o tratamento para não desistir,
  • deve seguir o tratamento regularmente, não deixando de tomar a medicação porque tem festa e quer beber álcool,
  • não deve misturar medicação,
  • deve evitar soluções alternativas, como a substituição do tratamento por práticas religiosas.

É muito comum a negação da epilepsia por parte do adolescente e isso o leva á não adesão ao tratamento, isto é, ele não usa a medicação de forma correcta.

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